Amor
Só se morre de amor, só se perece
Quem dele, o amor; não vive, em assomos.
Sem lhe saborear os doces pomos,
E ao febril desejo, desobedece!
Amor é hino, ode, ele é canção... é prece
É viver momentos, capítulos e tomos...
Vive-se só, do que sentimos, somos,
Morre-se somente do que a alma esquece.
Amor é vida e vida em plenitude,
É viagem sem escala ao universo,
É dádiva, presente, solicitude!
Flor sem espinho, moeda sem reverso,
Som de flautins, oboés, alaúdes,
É fazer da existência, extenso verso.
Quem dele, o amor; não vive, em assomos.
Sem lhe saborear os doces pomos,
E ao febril desejo, desobedece!
Amor é hino, ode, ele é canção... é prece
É viver momentos, capítulos e tomos...
Vive-se só, do que sentimos, somos,
Morre-se somente do que a alma esquece.
Amor é vida e vida em plenitude,
É viagem sem escala ao universo,
É dádiva, presente, solicitude!
Flor sem espinho, moeda sem reverso,
Som de flautins, oboés, alaúdes,
É fazer da existência, extenso verso.
* Menção Honrosa - II Concurso de Poesia Carlos Drummond de Andrade - Jacutinga (MG) - out./1999;
* Menção Especial - I Concurso Literário Cidade de Itapetininga (SP) - categoria: sonetos - julho/2003.
Francisco Ferreira
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